Um Limite Entre Nós – Crítica

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Um Limite Entre Nós

Um Limite Entre Nós (Fences) é um daqueles filmes que vale a pena você desligar o celular para ver, prestar atenção em todas as legendas, e não tirar os olhos da tela. O longa é a adaptação de uma premiada peça de teatro escrita em 1983 por August Wilson.

O escritor, que ganhou um Pulitzer com esse trabalho, morreu em 2005, mas a ela somente foi estrelada na Broadway em 2010 numa reedição com o mesmo casal de atores como protagonistas, Denzel Washington e Viola Davis (Vale lembrar que ambos foram premiados com Tony’s por suas atuações).

A ambientação, figurino, trilha sonora e características reais da época, são impecáveis, conseguiram realmente fazer com que os telespectadores sentissem na década de 80. A riqueza de detalhes é simplesmente inexplicável.

Um Limite Entre Nós de modo geral é confuso, porque ele sai do que estamos acostumados a assistir em um drama, em ter uma história principal e ramificações dessa história, que se encaixam no final.

Caso você espera por isso, não o assista. Pois é exatamente, aquele tipo de filme que deve ser visto com a mente aberta, pois ele tem muita informação, muitas falas, que às vezes torna-se cansativo, mas também tem muito a ensinar.

Quando o Um Limite Entre Nós termina, você está com a cabeça a milhão, pensando em várias coisas que já fez na vida julgando ser o certo, mas acabou sendo errado e vice e versa. A pergunta que ele deixa é: Quão realmente boas são suas atitudes e quanto elas privam ou libertam para quem você age assim? Será que os seus sacrifícios são tão maiores que os sacrifícios de quem convive com você?

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