O Quarto dos Esquecidos – Crítica

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O casal Dana (Kate Beckinsale) e David (Mel Raido) tem um filho chamado Lucas, porém com marcas de um trauma da perda de seu recém-nascido, mas para esquecer as magoas se mudaram para um casarão abandonado no meio da floresta, Dana pretende usar suas habilidades em arquitetura para reformar sua moradia, logo depois ela descobre o quarto secreto que não está na planta, e ao longo da história ela vê várias coisas estranhas relacionado ao dormitório.

O filme em si entra na mesmice, chega a ser um pesadelo assitir certas cenas de tão previsíveis, não souberam explorar um bom argumento atrativo, além de ter muitas partes sem explicações e papeis sem funções, como a personagem Srta. Judith (Marcia DeRousse), seu papel foi somente ligar para o casal e ninguém atender, algo meio confunso, sem mencionar o aparecimento do gato injustificável e sem conteúdo.

O longa aborda cenários clichê, uma casa antiga, em meio a floresta bem grande e sinistra, porem a decoração é bem assustadora como os espelhos e os moveis velhos e o ótimo personagem Juiz Blacker (Gerald McRaney) que fez a diferença no filme, com olhares atormentadores e cenas bem concretizadas com a ajuda da trilha sonora, que nos preparnado para momentos de tenção.

O pequeno Lucas (Duncan Joiner) que fez o filho do casal, teve um bom personagem pois não perde as caraterísticas de criança e seu carisma. O casal Jules (Michaela Conlin) e Teddy (Michael Landes) tem o papel muito restrito pois aparece apenas uma vez, sem funcionalidade. Com direção de D.J. Caruso e lançada por IMAGENS FILMES.

O final diríamos que é surpreendente de forma que deixa de ser um filme de terror e torna-se um drama, com pouco desenvolvimento, porém conta com um lado emocional.

 

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