Michelle e Obama – Crítica

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Michelle e Obama é um filme sobre o primeiro encontro do casal que atualmente vivem na Casa Branca. Produzido pelo diretor Richard Tanne o longa é um romance – biográfico distribuído pela Imagem Filmes.

Barack Obama (Parker Sawyers) iniciante na faculdade de direito de Harvard consegue um estágio temporário em um escritório de Chicago, ficando a ordem de sua conselheira  Michelle Robinson (Tika Sumpter).

Em um belo dia, de tanto insistência, por parte dele, ela resolve sair com o novato para conhece-lo melhor, e ao longo do enredo acabam se apaixonando.

O longa representou um lado que não conhecíamos, das figuras Michelle e Obama que ao acompanhar percebemos discussões sobre a verdadeira nacionalidade e geração da família dos dois, além de diálogos sobre preconceito racial e machismo, sendo nesse momento o ponto forte do filme, não deixando ficar somente em um encontro amoroso, mas de reflexão sobre problemas sociais da época.

Porém Michelle e Obama retrata apenas do primeiro encontro deles, certo que essa é a proposta do roteiro, por isso peca ao retratar de algo coisa tão raso, poderia aprofundar um pouco mais a história deles, sendo que ambos têm coisas mais importante para mostrar em um filme. Cada momento que passa ele  desenvolve vagarosamente e a sensação que fica é de algo parado.

Os protagonistas vão perdendo o brilho com a falta de conteúdo e roteiro fraco com muita repetição, acaba ficando cansativo, mas não deixa de ser interessante por conta de alguns pontos criados pelo diretor.

Michelle e Obama teve sua estreia na última quinta-feira, dia 8, e está disponível em quase todas as salas de cinema do Brasil.

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