Invasão de Privacidade (I.T) – Crítica

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CríticasFilmes

Mike Regan (Brosnan) é dono de uma empresa de aviação, teve ideia de abrir a companhia para o mercado, tentando estabelecer a marca como uma espécie de Uber dos céus, após trava o sistema o estagiário Ed Porter (James Frecheville) ajuda-o arrumar o programa, assim logo recebe um convite do chefe para visitar sua casa, aonde sua esposa Rose Regan (Anna Friel) e sua filha Nancy (Stefanie Scott), que reclamava da qualidade da conexão no local.

Quando Ed começa a demonstrar um interesse duvidoso na jovem, Mike toma a decisão de cortar laços com o rapaz, fato que gera sérias consequências e passa a usar suas habilidades com a tecnologia para ameaçar os negócios, a família e a vida dele.

O diretor John Moore tinha uma história interessante que atinge tanto a vida profissional quando a pessoal do protagonista, porém sem dinamismo faltou uma malicia, foi clichês contínuos nos dá a sessão de ser um drama, além de não ter logica, chega a ser ridículo como um estagiário de uma forma simples, consegue invadir o sistema de uma empresa, que se diz a maior do mundo.

O psicopata Ed, bem artificial, não traz uma realidade com sua atuação amadora, o empresário Mike salvou o longa chama atenção por sua desenvoltura cativante e sua segurança em frete a câmera, mas perde a cena para trilha sonora e totalmente o foco do filme.

Além dos erros cometidos de falta de profissionalismo, erros de atuação e exagero na trilha sonora a Invasão de Privacidade é um tema chamativo, que também se baseia nas fraquezas emocionais, usando a tecnologia brinca com a estrutura pessoal, pegando no ponto fraco com alguns tópicos interessantes, no fim pode surpreender.

O filme é produzido pela IMAGEM FILMES e estréia amanhã nas telonas de todo o território brasileiro

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